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ELEIÇÕES

30/11/-0001 às 13:26:00

Encontro Nacional de Municípios vai debater eleições municipais


A Associação Brasileira de Municípios (ABM) promove, nos dias 2 e 3 de março, o II Encontro Nacional de Municípios. O evento, bianual, acontecerá em Brasília (DF), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e terá como debate central as eleições municipais e o encerramento dos mandatos.

Dentre os principais pontos das discussões estarão os restos a pagar, as regras previstas pela legislação eleitoral, que devem ser seguidas pelas prefeituras, e a interlocução com o Governo Federal em relação às perspectivas para 2016. A oportunidade também celebrará os 70 anos de fundação da ABM, a entidade municipalista mais antiga do Brasil.

Presenças - A presidenta, Dilma Rousseff, e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, estão entre os convidados aguardados para a cerimônia de abertura, além do ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini, que já confirmou presença. A programação temática tem como convidados os ministros da Saúde, Marcelo Castro; Educação, Aloízio Mercadante; Cultura, Juca Ferreira; Fazenda, Nelson Barbosa; Planejamento, Valdir Simão; e os presidentes do Banco do Brasil, Alexandre Abreu; Caixa, Miriam Belchior; BNDES, Luciano Coutinho; Sebrae, Afif Domingos, entre outras autoridades federais e municipais.

O Encontro oferecerá, ainda, atendimento dos ministérios da Saúde, Educação e Cultura para que gestores e prefeitos possam elucidar dúvidas e acompanhar o andamento dos projetos desenvolvidos por meio de convênios com a União.

Desafios - De acordo com o presidente da ABM, Eduardo Tadeu Pereira, o ano de 2016 apresenta uma série de desafios aos gestores municipais. "A nova legislação eleitoral exigirá mudanças na conduta das administrações municipais e, além disso, os prefeitos e prefeitas estão sofrendo os impactos da crise financeira, como o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, principalmente em relação à folha de pagamento, que por ter um crescimento vegetativo, ultrapassa o limite permitido, devido à queda das receitas", avalia.

 

 

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